Como funciona o IOF?

Data e Hora:  29/05/2019 10:05:47

IOF é a sigla para Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros. Como o próprio nome diz, é um imposto que incide sobre qualquer tipo de operação de crédito, câmbio, seguro ou operações relacionadas a títulos e valores mobiliários.

Esse imposto foi criado para ser um instrumento regulatório da economia. Por meio da arrecadação desse imposto, o Governo tem como saber como está a demanda e a oferta de crédito no Brasil.

Além disso, os impostos regulatórios como o IOF podem ser alterados a qualquer momento, sem a necessidade de passar por aprovação no Congresso Nacional. Isso facilita a ação do Governo para o controle do crédito.

 

Quais são as taxas do IOF?

É bom sempre ficar atento pra evitar erros na gestão financeira, pois, como explicamos anteriormente, ele é um imposto regulatório que pode ser alterado a qualquer momento.

Por ser incidido em diversas operações, o IOF tem alíquotas, ou taxas, diferentes para cada uma delas:

– 3% ao ano para pessoa física;

– 0,38% na abertura da operação de crédito;

– Máximo de 25% para operações de câmbio e de seguro;

– 1,5% ao dia para títulos e valores imobiliários.

 

Como calcular o IOF?

A alíquota do IOF é diária — ou seja, se você ficou negativado no salto da conta-corrente ao final do dia, o imposto será cobrado. Porém, apesar de ser calculado com base diária, seu recolhimento é mensal.

Para ficar mais claro, vamos imaginar que você tinha em conta R$1.000 e teve um débito no dia de R$2.000. O cálculo deve ser esse:

0,38% x R$ 1000,00 / 100

Ao final desse dia, o IOF será de R$3,80. É importante se lembrar também de que se deve acrescentar a taxa de juros do banco, que varia de instituição para instituição.

Fonte: Blog Do Empreendedor


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